"Viver é plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existência as mais diversas formas de sementes”
(Pe. Fábio de Melo).
Semear parece uma ação romântica, mas não é. Semear é ter coragem de arriscar, de não ver nascer, de ganhar ou perder. Não podemos escolher o chão e nem exigir o fruto. Semear é atitude de confiança no futuro incerto. É ter a paciência do agricultor que prepara, semeia e confia na chuva certa e no sol oportuno. É acreditar na potência de cada semente, que traz em si, uma possibilidade de vir-a-ser...
Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós, será plantação que poderá ser vista de longe... E o fruto da colheita será forçosamente o tipo de semente que plantamos. Semeie, pois, alegria, esperança, amor e fé. E no mais, Deus fará crescer!
Frei Paulo Sérgio de Souza, OFM
sábado, 16 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
depoimentos 2009
Olá estava lendo o blog e vi que ja faz um tempo que estamos trocando experiencias.... e tambem a maior parte dos depoimentos estao em 2009.
Por este motivo só para lembrar entao que quem quiser ler depoimentos basta clicar em 2009 que aparecera varias postagens de depoimentos de pessoas que passaram e estao passando por momentos de dificuldade em engravidar, algumas ja conseguiram outras ainda lutam...mas nao desistiram...
entao é isso, só para lembra-las que 2009 estao os depoimentos e se voces tiverem mais depoimentos basta me enviar (costati-santos@hotmail.com) que colocarei com o maior carinho.
bjss e ate mais
Por este motivo só para lembrar entao que quem quiser ler depoimentos basta clicar em 2009 que aparecera varias postagens de depoimentos de pessoas que passaram e estao passando por momentos de dificuldade em engravidar, algumas ja conseguiram outras ainda lutam...mas nao desistiram...
entao é isso, só para lembra-las que 2009 estao os depoimentos e se voces tiverem mais depoimentos basta me enviar (costati-santos@hotmail.com) que colocarei com o maior carinho.
bjss e ate mais
sábado, 18 de junho de 2011
Extraido do blog de Claudia Colluci
Quando o filho desejado virá?
No artigo abaixo, a psicóloga Luciana Leis chama atenção para uma questão interessante: a perda da crença interna em ser mãe. Com tantas frustrações, esse sentimento é recorrente. Mas é importante não perder de vista as outras possibilidades de maternagem. Espero que gostem:
É inevitável o questionamento sobre se algum dia chegará o “seu dia”, já que para muitas, às vezes, são meses ou até anos de espera para a concretização deste sonho. Sentimentos de insegurança e medo da não realização deste desejo costumam invadir muitas mulheres, que, muitas vezes, chegam até mesmo a perder as esperanças de que a maternidade também poderá ser para elas.
Penso que é bastante complicado quando acontece a perda da crença interna em ser mãe. Claro que compreendo que esse sentimento é bem comum, principalmente, entre as mulheres que tentam engravidar há bastante tempo.
A impressão que me dá é que, com tantas frustrações, fica inscrito internamente no psiquismo destas mulheres: “Incapaz de ser mãe”, quando, na verdade, não sabemos o porquê das coisas, e muito menos, podemos controlar o momento de chegada de uma nova vida, então, como nos responsabilizarmos por isso?
Escuto muitas vezes das pacientes que atendo: “Preciso conviver com a possibilidade de ser, como também com a de não ser mãe!”. Daí o meu questionamento: “Será?”.
Penso que a maternidade realmente só não será possível para as que desistirem dela, já que, se não podemos controlar a via biológica, podemos, sim, abrir novos caminhos para a realização desse desejo.
Hoje em dia, existem diversas formas de tratamentos que possibilitam, de alguma forma, a realização deste sonho; além disso, a adoção também pode ser um caminho a ser considerado.
Desta maneira, a força interna de cada mulher para perseverar neste sonho, bem como a crença em sua capacidade de cuidar e amar uma criança serão determinantes neste processo, até a chegada do dia de poderem ouvir “Feliz Dia das Mães”.
Luciana Leis é psicóloga. É especializada no tratamento de casais com problemas de fertilidade.
Escrito por Cláudia Collucci 30/05/2011 às 18h07
No artigo abaixo, a psicóloga Luciana Leis chama atenção para uma questão interessante: a perda da crença interna em ser mãe. Com tantas frustrações, esse sentimento é recorrente. Mas é importante não perder de vista as outras possibilidades de maternagem. Espero que gostem:
É inevitável o questionamento sobre se algum dia chegará o “seu dia”, já que para muitas, às vezes, são meses ou até anos de espera para a concretização deste sonho. Sentimentos de insegurança e medo da não realização deste desejo costumam invadir muitas mulheres, que, muitas vezes, chegam até mesmo a perder as esperanças de que a maternidade também poderá ser para elas.
Penso que é bastante complicado quando acontece a perda da crença interna em ser mãe. Claro que compreendo que esse sentimento é bem comum, principalmente, entre as mulheres que tentam engravidar há bastante tempo.
A impressão que me dá é que, com tantas frustrações, fica inscrito internamente no psiquismo destas mulheres: “Incapaz de ser mãe”, quando, na verdade, não sabemos o porquê das coisas, e muito menos, podemos controlar o momento de chegada de uma nova vida, então, como nos responsabilizarmos por isso?
Escuto muitas vezes das pacientes que atendo: “Preciso conviver com a possibilidade de ser, como também com a de não ser mãe!”. Daí o meu questionamento: “Será?”.
Penso que a maternidade realmente só não será possível para as que desistirem dela, já que, se não podemos controlar a via biológica, podemos, sim, abrir novos caminhos para a realização desse desejo.
Hoje em dia, existem diversas formas de tratamentos que possibilitam, de alguma forma, a realização deste sonho; além disso, a adoção também pode ser um caminho a ser considerado.
Desta maneira, a força interna de cada mulher para perseverar neste sonho, bem como a crença em sua capacidade de cuidar e amar uma criança serão determinantes neste processo, até a chegada do dia de poderem ouvir “Feliz Dia das Mães”.
Luciana Leis é psicóloga. É especializada no tratamento de casais com problemas de fertilidade.
Escrito por Cláudia Collucci 30/05/2011 às 18h07
Tempos...
Hoje resolvi ver o blog que ha tempos nao via e vi que nao escrevia ha muito tempo...pela falta de tempo e por ter parado de pensar em ser mae, nao que este desejo tenha terminado, mas apenas ficado distante, guardado ou sei la...
Ontem fui a uma festa de aniversario de criança filha de uma amiga e la conversando com uma amiga que tambem tem dificuldades em ser mae percebi que esse sentimento de nao ter filhos ainda me machuca muito, achei que isso ja tivesse passado e fosse algo que eu tinha conseguido superar, mas pelo que senti ontem nao, e veio um monte de coisas na minha cabeça, sentimentos e desejos que estavam guardados debaixo de uma pedra que eu havia colocado um ponto final a tempos e pelo que estou sentindo nao coloquei a pedra no lugar devido...
Talvez esteja assim tambem pelos fatos ocorridos nesta semana, minha prima esta gravida achei o maximo ate chorei na hora que soube de tao feliz que fiquei, nasceu tambem a filha de uma colega, e por fim uma amiga perdeu o bebe, talvez este ultimo fato é que tenha me deixado atordoada. Só sei dizer hoje que devemos ter cuidado para nao ficar louca rsrsrs, porem temos que continuar a caminhada e ver o que realmente queremos para saber qual direção seguir. Creio que cada um tem um destino uma missao a cumprir talvez a minha é de nao ser mae e cuidar dos filhos de outras pessoas como se fossem meus, amo minha sobrinha e meus sobrinhos como se fossem meus filhos faço tudo o que esta ao meu alcance a eles amo tambem as filhas e os filhos de minhas amigas talvez essa seja a vontade de Deus dar carinho e amor as crianças que estao proximas de mim e cuidar das pessoas que me rodeiam tambem...
Que Deus me fortaleça para continuar a minha caminhada ....
Ontem fui a uma festa de aniversario de criança filha de uma amiga e la conversando com uma amiga que tambem tem dificuldades em ser mae percebi que esse sentimento de nao ter filhos ainda me machuca muito, achei que isso ja tivesse passado e fosse algo que eu tinha conseguido superar, mas pelo que senti ontem nao, e veio um monte de coisas na minha cabeça, sentimentos e desejos que estavam guardados debaixo de uma pedra que eu havia colocado um ponto final a tempos e pelo que estou sentindo nao coloquei a pedra no lugar devido...
Talvez esteja assim tambem pelos fatos ocorridos nesta semana, minha prima esta gravida achei o maximo ate chorei na hora que soube de tao feliz que fiquei, nasceu tambem a filha de uma colega, e por fim uma amiga perdeu o bebe, talvez este ultimo fato é que tenha me deixado atordoada. Só sei dizer hoje que devemos ter cuidado para nao ficar louca rsrsrs, porem temos que continuar a caminhada e ver o que realmente queremos para saber qual direção seguir. Creio que cada um tem um destino uma missao a cumprir talvez a minha é de nao ser mae e cuidar dos filhos de outras pessoas como se fossem meus, amo minha sobrinha e meus sobrinhos como se fossem meus filhos faço tudo o que esta ao meu alcance a eles amo tambem as filhas e os filhos de minhas amigas talvez essa seja a vontade de Deus dar carinho e amor as crianças que estao proximas de mim e cuidar das pessoas que me rodeiam tambem...
Que Deus me fortaleça para continuar a minha caminhada ....
sábado, 13 de novembro de 2010
extradio do blog quero ser mae de claudia colucci
08/10/2010
Ao marido de uma guerreira
"Hoje falo em nome de uma Guerreira que ao longo de 13 anos já tentou de tudo e não foi agraciada com uma gravidez (e não por isso vou deixar de amá-la, muito!!!). Sem mais condições físicas e psicológicas de fazer mais tentativas (já foram mais de 10 em 3 clínicas diferentes), a partir deste momento vamos rever os valores e o modo de levar a vida. Tempestades de emoções, de expectativas, frustrações, remédios, dinheiro, tempo, contra-tempos... tudo é passado.
Hoje pensamos: aprender pra quê? Ensinar pra quem? Viver a dois até o fim da vida é muito egoísmo? Agora é parar. Parar pra "não pensar". Cansados e esgotados, vamos nos recuperar e aí sim, pensar no que fazer. Todos vão falar: Adote! Mas ainda é difícil pensar nisso. Adoção, pra mim, é para quem já tem filho... mas com tempo tudo pode mudar... Encerro agradecendo e parabenizando este espaço, que ao longo do tempo nos deu muita força e esperança. Agora é partir para outra... e boa sorte a todas!"
A mensagem acima foi deixada por um homem, coisa rara de acontecer no nosso grupo de discussão. Ela nos faz sair um pouco do nosso "auto-foco" e lançar um olhar para os nossos companheiros que muitas vezes ficam meio perdidos neste labirinto de emoções que é a infertilidade. Não são raros os casos de casais que se separam durante essa incerta caminhada.
São nesses momentos que nossos sentimentos mútuos são testados à exaustão e, se passarmos por essa prova, estou certa de que o casamento sai ainda mais fortalecido. Caro "marido de uma Guerreira" (é assim que ele se identifica), acho que todas entendemos como ninguém a sua emocionante mensagem. Faz-nos eco cada palavra, afinal, elas nos leva a pensar também nas nossas próprias vidas.
Cada um de nós conhecemos bem os nossos limites, embora, muitas vezes, parece que insistimos em ir além deles. Vale a pena? O poeta diria que "tudo vale a pena se a alma não é pequena". Eu já profecei muito essa máxima. Hoje simplesmente espero que o tempo me responda. Ou não. Penso que o importante é nos reinventarmos sempre. Sermos flexíveis qual o bambu que, mesmo exposto às tempestades, enverga mas não quebra. Ao marido e sua guerreira, boa sorte na caminhada!
Escrito por Cláudia Collucci às 12h14
li esta mensagem e pensei tambem muito em tudo o que vivi ate hj, realmete sera que minha hora de ser mae ja passou? ja fiz tudo o que podia, nao vou fazer mais tratamentos na hora que tiver que vir vira, mas a vontade de ser mae é grande nao posso negar isso jamais, que sempre doi o cotovelo quando alguem diz que esta gravida, mas tambem penso na liberdade que tenho em nao ter filhos, as vezes tb me sinto egoista de achar que essa vida a dois é excelente que nao quero outra nao, é mundo de sentimentos,pensamentos, reflexoes que as vezes nao fazem o menor sentido, sentimentos que muitas vezes ficam escondidos e de uma hora para outra vem atona forte demais e nos faz pensar que ele nunca foi embora, esta apenas guardado crescendo quietinho a cada dia, sentimentos as vezes que me fazem pensar que estou ficando louca...louca de pedra? sera? ai meu Deus...
mas dai paro reflito, revejo tudo e logo estou bem de novo
é a vida, vamos seguindo em frente com fé, esperança e amor....
08/10/2010
Ao marido de uma guerreira
"Hoje falo em nome de uma Guerreira que ao longo de 13 anos já tentou de tudo e não foi agraciada com uma gravidez (e não por isso vou deixar de amá-la, muito!!!). Sem mais condições físicas e psicológicas de fazer mais tentativas (já foram mais de 10 em 3 clínicas diferentes), a partir deste momento vamos rever os valores e o modo de levar a vida. Tempestades de emoções, de expectativas, frustrações, remédios, dinheiro, tempo, contra-tempos... tudo é passado.
Hoje pensamos: aprender pra quê? Ensinar pra quem? Viver a dois até o fim da vida é muito egoísmo? Agora é parar. Parar pra "não pensar". Cansados e esgotados, vamos nos recuperar e aí sim, pensar no que fazer. Todos vão falar: Adote! Mas ainda é difícil pensar nisso. Adoção, pra mim, é para quem já tem filho... mas com tempo tudo pode mudar... Encerro agradecendo e parabenizando este espaço, que ao longo do tempo nos deu muita força e esperança. Agora é partir para outra... e boa sorte a todas!"
A mensagem acima foi deixada por um homem, coisa rara de acontecer no nosso grupo de discussão. Ela nos faz sair um pouco do nosso "auto-foco" e lançar um olhar para os nossos companheiros que muitas vezes ficam meio perdidos neste labirinto de emoções que é a infertilidade. Não são raros os casos de casais que se separam durante essa incerta caminhada.
São nesses momentos que nossos sentimentos mútuos são testados à exaustão e, se passarmos por essa prova, estou certa de que o casamento sai ainda mais fortalecido. Caro "marido de uma Guerreira" (é assim que ele se identifica), acho que todas entendemos como ninguém a sua emocionante mensagem. Faz-nos eco cada palavra, afinal, elas nos leva a pensar também nas nossas próprias vidas.
Cada um de nós conhecemos bem os nossos limites, embora, muitas vezes, parece que insistimos em ir além deles. Vale a pena? O poeta diria que "tudo vale a pena se a alma não é pequena". Eu já profecei muito essa máxima. Hoje simplesmente espero que o tempo me responda. Ou não. Penso que o importante é nos reinventarmos sempre. Sermos flexíveis qual o bambu que, mesmo exposto às tempestades, enverga mas não quebra. Ao marido e sua guerreira, boa sorte na caminhada!
Escrito por Cláudia Collucci às 12h14
li esta mensagem e pensei tambem muito em tudo o que vivi ate hj, realmete sera que minha hora de ser mae ja passou? ja fiz tudo o que podia, nao vou fazer mais tratamentos na hora que tiver que vir vira, mas a vontade de ser mae é grande nao posso negar isso jamais, que sempre doi o cotovelo quando alguem diz que esta gravida, mas tambem penso na liberdade que tenho em nao ter filhos, as vezes tb me sinto egoista de achar que essa vida a dois é excelente que nao quero outra nao, é mundo de sentimentos,pensamentos, reflexoes que as vezes nao fazem o menor sentido, sentimentos que muitas vezes ficam escondidos e de uma hora para outra vem atona forte demais e nos faz pensar que ele nunca foi embora, esta apenas guardado crescendo quietinho a cada dia, sentimentos as vezes que me fazem pensar que estou ficando louca...louca de pedra? sera? ai meu Deus...
mas dai paro reflito, revejo tudo e logo estou bem de novo
é a vida, vamos seguindo em frente com fé, esperança e amor....
extraido do blog quero ser mae de claudia colluci
04/10/2010
E o Nobel da medicina vai para o "pai" da fertilização in vitro
O professor emérito da Universidade de Cambrigde, Robert Edwards, 85, criador do método para fertilização in vitro, concebido em 1978, recebeu o prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia de 2010. O anúncio foi feito nesta segunda-feira pela Fundação Nobel, no Karolinska Institutet, em Estocolmo.
Graças ao trabalho de Edwards, muitos casais venceram a barreira da infertilidade e mais de 4 milhões de bebês de proveta já foram gerados no mundo.
A proeza de Edwards torna-se ainda maior quando olhamos para a história da infertilidade. Até que a medicina encontrasse soluções para o problema, há 32 anos, foram séculos e séculos de sofrimento.
Ao longo da história, mulheres inférteis foram submetidas a penas severíssimas por sua incapacidade de conceber. Em algumas culturas ancestrais, era permitido aos homens que enforcassem as esposas que falhavam no quesito procriação. Na Inglaterra da Idade Média, um homem podia "denunciar" sua mulher e anular um casamento se ela não engravidasse em um ano.
Em tempos mais recentes, na Índia, mulheres inférteis eram "condenadas" a se sentar numa cadeira ao lado do fogão até que se queimassem. Embora a infertilidade seja um problema conjugal, a culpa principal sempre recaiu sobre a mulher. Luís XIV, Rei da França, marido de Maria Antonieta, era notoriamente estéril, no entanto, por anos o povo da França permaneceu convencido de que a infertilidade real recaía sobre ela.
Em 28 de julho de 1978, o anúncio do primeiro bebê de proveta foi recebido por um misto de perplexidade e assombro , as manchetes da imprensa mundial no dia 28 de julho de 1978 saudavam o início de uma nova era. Pela primeira vez na história, um ser humano era concebido fora do corpo.
Três décadas depois, a sensação é que ainda falta um grande novo salto na área da reprodução assistida. Os índices de sucesso dos tratamentos estacionaram nos 30%. O grande mistério, de como melhorar as taxas de implantação do embrião no útero, continua a ser desvendado.
Escrito por Cláudia Collucci às 15h06
04/10/2010
E o Nobel da medicina vai para o "pai" da fertilização in vitro
O professor emérito da Universidade de Cambrigde, Robert Edwards, 85, criador do método para fertilização in vitro, concebido em 1978, recebeu o prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia de 2010. O anúncio foi feito nesta segunda-feira pela Fundação Nobel, no Karolinska Institutet, em Estocolmo.
Graças ao trabalho de Edwards, muitos casais venceram a barreira da infertilidade e mais de 4 milhões de bebês de proveta já foram gerados no mundo.
A proeza de Edwards torna-se ainda maior quando olhamos para a história da infertilidade. Até que a medicina encontrasse soluções para o problema, há 32 anos, foram séculos e séculos de sofrimento.
Ao longo da história, mulheres inférteis foram submetidas a penas severíssimas por sua incapacidade de conceber. Em algumas culturas ancestrais, era permitido aos homens que enforcassem as esposas que falhavam no quesito procriação. Na Inglaterra da Idade Média, um homem podia "denunciar" sua mulher e anular um casamento se ela não engravidasse em um ano.
Em tempos mais recentes, na Índia, mulheres inférteis eram "condenadas" a se sentar numa cadeira ao lado do fogão até que se queimassem. Embora a infertilidade seja um problema conjugal, a culpa principal sempre recaiu sobre a mulher. Luís XIV, Rei da França, marido de Maria Antonieta, era notoriamente estéril, no entanto, por anos o povo da França permaneceu convencido de que a infertilidade real recaía sobre ela.
Em 28 de julho de 1978, o anúncio do primeiro bebê de proveta foi recebido por um misto de perplexidade e assombro , as manchetes da imprensa mundial no dia 28 de julho de 1978 saudavam o início de uma nova era. Pela primeira vez na história, um ser humano era concebido fora do corpo.
Três décadas depois, a sensação é que ainda falta um grande novo salto na área da reprodução assistida. Os índices de sucesso dos tratamentos estacionaram nos 30%. O grande mistério, de como melhorar as taxas de implantação do embrião no útero, continua a ser desvendado.
Escrito por Cláudia Collucci às 15h06
“Há duas formas para viver a sua vida: uma é acreditar que não existe milagre. A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre”.
(Albert Einstein)
Na ausência está sempre a falta, a carência, a necessidade... Na ausência da luz está a escuridão; na ausência do calor está o frio; na ausência do amor está o ódio... Deus é sempre o aspecto positivo: Ele é a verdadeira Luz, a fonte infinita de calor e de amor. Dele recebemos a vida, pois Ele é a origem e da Vida e o sentido único de nossa existência.
A vida, por si só, é um grande milagre. Quem tem o olhar iluminado pela Beleza (que é o próprio Deus), aproveita e vive cada instante como um verdadeiro milagre. E o milagre acontece quando aprendemos a perceber e a sentir a energia e o prazer de cada instante, de contemplar uma flor que exibe sua beleza e seu perfume num lugar mais inóspito. Experimente, pois, a viver a vida como um verdadeiro dom de Deus. Seja feliz com tudo aquilo que o Criador te proporciona...
Frei Paulo Sérgio de Souza, OFM
bom acho que devemos acreditar em milagres, pois tenho certeza que existem
a vida da gente ja é um milagre, tudo o que temos e somos é um milagre,
querer algo e nao conseguir muitas vezes nos faz pensar que nao somo capazes,
e que nunca iremos conseguir, mas é ai que temos nos agarrar a nossa fé, a nossa
coragem e a Deus principalmente e acreditar cada vez mais que existe um milagre
e vamos conseguir, pode ser que nao seja agora, mas que um dia vamos...
tudo na vida tem seu tempo e hora certa, tudo vem no momento de Deus...
vamos levando a vida ou a vida nos levando, mas vamo caminhando com
nosso sonho, obstaculos, erros e acertos, mas vamos indo e construindo nossa vida,
pois a nossa vida é o que construimos no passado, por isso construia e plante boas
semente no presente para termos um futuro excelente....
(Albert Einstein)
Na ausência está sempre a falta, a carência, a necessidade... Na ausência da luz está a escuridão; na ausência do calor está o frio; na ausência do amor está o ódio... Deus é sempre o aspecto positivo: Ele é a verdadeira Luz, a fonte infinita de calor e de amor. Dele recebemos a vida, pois Ele é a origem e da Vida e o sentido único de nossa existência.
A vida, por si só, é um grande milagre. Quem tem o olhar iluminado pela Beleza (que é o próprio Deus), aproveita e vive cada instante como um verdadeiro milagre. E o milagre acontece quando aprendemos a perceber e a sentir a energia e o prazer de cada instante, de contemplar uma flor que exibe sua beleza e seu perfume num lugar mais inóspito. Experimente, pois, a viver a vida como um verdadeiro dom de Deus. Seja feliz com tudo aquilo que o Criador te proporciona...
Frei Paulo Sérgio de Souza, OFM
bom acho que devemos acreditar em milagres, pois tenho certeza que existem
a vida da gente ja é um milagre, tudo o que temos e somos é um milagre,
querer algo e nao conseguir muitas vezes nos faz pensar que nao somo capazes,
e que nunca iremos conseguir, mas é ai que temos nos agarrar a nossa fé, a nossa
coragem e a Deus principalmente e acreditar cada vez mais que existe um milagre
e vamos conseguir, pode ser que nao seja agora, mas que um dia vamos...
tudo na vida tem seu tempo e hora certa, tudo vem no momento de Deus...
vamos levando a vida ou a vida nos levando, mas vamo caminhando com
nosso sonho, obstaculos, erros e acertos, mas vamos indo e construindo nossa vida,
pois a nossa vida é o que construimos no passado, por isso construia e plante boas
semente no presente para termos um futuro excelente....
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